
Título: CADE O SUPER-HEROI? - 19 ED.
Autor: CARLOS EDUARDO / CARRASCO BARBOSA
Sinopse: Frases curtas, bem construídas, capítulos pequenos, muitos diálogos, estruturam a dinâmica narrativa de Cadê o Super-Herói? , criada por Walcyr Carrasco, autor de novelas para a televisão e de muitas histórias infanto-juvenis. A trama? Gostosa, atraente! O desejo de toda criança: ser um super-herói. Todo dia, toda hora, todo minuto, o Tomé só pensava numa coisa: queria virar super-herói. - Isso mesmo! Super-herói que nem esses dos filmes, da televisão, dos gibis. Queria voar pelo mundo, ficar invisível, ter braços de borracha, sair nos jornais, escalar prédios como aranha. Ter força de gigante e visão de raios x! Supervelocidade, superouvidos! Tomé faz de tudo.Usa fantasia, escreve para os super heróis, realiza experiências com aranhas, baratas. E nada acontece. Até que um dia os fantásticos seres vêm à sua cidade... Realmente, é uma grande e divertida viagem pelo reino da imaginação.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “CADE O SUPER-HEROI? – 19 ED.”, de CARLOS EDUARDO / CARRASCO BARBOSA, publicado pela editora GLOBAL, em 2001 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: GLOBAL
Páginas: 64
Ano: 2001
Edição: 19
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526003178
ISBN13: 9788526003170
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
