
Título: Cadelas de aluguel
Autor: Dahlia de la Cerda
Sinopse: As protagonistas das treze histórias de Cadelas de aluguel são mulheres atravessadas pela violência ― mas a forma passiva não é a mais justa para descrevê-las. Em uma estreia tão destemida quanto original, a mexicana Dahlia de la Cerda mune cada uma de suas heroínas de um desejo irrefreável por vingança. Yuliana é influencer e herdeira do narcotráfico. Regina é uma jovem disposta a tudo para ascender socialmente. Karla, La China, é mãe e assassina de aluguel. A essas somam-se outras: prostitutas, beatas, bruxas, trabalhadoras, universitárias, todas dispostas a dar o troco na mesma moeda, guiadas por uma ética particular. Com histórias que se interpenetram ou se tocam ― muitas das personagens aparecem em mais de um dos relatos ―, é narrado inteiramente em primeira pessoa. Não se trata de uma escolha apenas literária nem inocente: a autora sabe que a arma fundamental, carregada com ironia e marcada pela oralidade, é a voz de cada uma de suas narradoras.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cadelas de aluguel”, de Dahlia de la Cerda, publicado pela editora DBA, em 2025 e com 176 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: DBA
Páginas: 176
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558260972
ISBN13: 9786558260974
Sobre a editora
Os livros da editora Dba costumam oferecer uma experiência visual e informativa, marcada por uma forte presença da fotografia e do registro documental. O catálogo privilegia temas ligados à natureza, cultura e memória, com obras que exploram desde parques nacionais e a diversidade indígena até a arquitetura brasileira e histórias locais. A narrativa frequentemente se apoia em textos que dialogam com imagens, criando um ritmo que alterna entre o poético, o didático e o memorial. Há também espaço para relatos pessoais e histórias de vida, que trazem um tom mais íntimo e reflexivo, sem perder o compromisso com a pesquisa e o contexto histórico.
