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Cadernos de Lanzarote: Diário - V

Título: Cadernos de Lanzarote: Diário - V

Autor: José Saramago

Sinopse: O relato da vida quotidiana do escritor, dos episódios íntimos da criação literária às mais corajosas tomadas de posição, nos quatro cantos do mundo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cadernos de Lanzarote: Diário – V”, de José Saramago, publicado pela editora Editorial Caminho, em 1998 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editorial Caminho

Páginas: 304

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 9722112155

ISBN13: 9789722112154

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de José Saramago é uma experiência que mistura o lírico e o filosófico, o íntimo e o coletivo. Sua prosa, muitas vezes densa e fluida, conduz o leitor por narrativas onde o ritmo pode variar entre a contemplação pausada e a tensão crescente, como em alegorias poderosas sobre a condição humana. A construção dos personagens tende a ser menos convencional, com figuras que simbolizam ideias ou dilemas existenciais, deixando no ar perguntas sobre a fragilidade, a resistência e a moralidade humanas. Há uma forte presença de ironia e um humor sutil que permeia até os temas mais sombrios, criando um contraste que desafia o leitor a refletir sobre o mundo e a si mesmo. No conjunto, os livros de José Saramago convidam a uma leitura que exige atenção e entrega, mas que recompensa com uma visão crítica e profunda da realidade.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Editorial Caminho apresentam uma leitura que alterna entre o intimista e o reflexivo, com narrativas que exploram relações humanas profundas e questões existenciais. O catálogo traz obras que transitam entre a poesia e o romance, incluindo também ensaios que abordam análises críticas do discurso e relatos pessoais marcados pela memória e pela subjetividade. A linguagem tende a ser densa e cuidadosa, com uma atenção especial à construção da experiência literária, seja por meio de fragmentos urbanos ou pelo exame de tradições culturais. O tom varia do contemplativo ao dramático, com momentos de humor sutil e tensão emocional.

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