
Título: CADERNOS DE NIJINSKI: O SENTIMENTO
Autor: VASLAV NIJINSKY
Sinopse: Foi durante o Inverno de 1918-1919, durante uma estada em Saint-Moritz, na Suíça, com a mulher, Romola, e a filha, Kyra, que Vaslav Nijinski escreveu os quatro cadernos que constituem aquilo a que se convencionou chamar o seu «Diário». Embora seja difícil datá-los com toda a certeza, pensamos que Nijinski escreveu os seus Cadernos entre o dia 19 de Janeiro e o dia 4 de Março de 1919. A estrela dos «Ballets russes», o coreógrafo revolucionário de «Prelúdio à tarde de um fauno» e de «A Sagração da Primavera», aquele a quem o mundo apelidara de «deus da dança», preparava-se então para desempenhar o papel mais longo e mais patético da sua carreira: o de «louco». […] Ao trabalharmos neste livro, tivemos apenas um desejo: restituir a Nijinski a sua palavra inteira, indivisível. Estas páginas são o testemunho do que ! o homem e o artista quiseram deixar à humanidade, uma busca do amor humano, espiritual e religioso. Esta torrente de palavras é apenas um grito, o grito de uma alma confusa que, para a sua última dança, salta para um lugar onde ninguém poderá segui-la: «para o coração de Deus». ( INTRODUÇAO DE CHRISTIAN DUMAIS-LVOWSKI )
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “CADERNOS DE NIJINSKI: O SENTIMENTO”, de VASLAV NIJINSKY, publicado pela editora Paulus, em 2004 e com 291 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulus
Páginas: 291
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789723709551
Sobre a editora
Os livros da editora Paulus convidam o leitor a um encontro profundo com temas ligados à espiritualidade, à reflexão teológica e à formação humana em suas múltiplas dimensões. A experiência de leitura costuma alternar entre textos densos, como tratados filosóficos e teológicos, e obras que buscam uma linguagem acessível para públicos variados, incluindo crianças e jovens. O ritmo das obras varia: há narrativas que exploram a poesia e a literatura infantil com leveza e brincadeira, enquanto outras apresentam reflexões rigorosas sobre conceitos como a comunicação, a ética e a fé. O catálogo sugere um diálogo entre tradição e contemporaneidade, com obras que trazem desde a exegese bíblica até relatos em quadrinhos e memórias que dialogam com a cultura popular.
