
Título: Caê e a fundação do após: Victor Heringer
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: Mas nós somos íntimos dos bárbaros. Dos doces bárbaros. Do bárbaro tecnicizado do Oswald. Do bárbaro de Benjamin, que constrói com pouco sem olhar para os lados. Da nova barbárie do Décio: abertura total da sensibilidade aos “contatos vivos”. Há décadas a civilização já se rendeu, pelo menos em espírito, à boa barbárie. E só os modernos se acham civilização & cultura: “o termo civilização moderna é um pleonasmo” (Bauman). O que Caê queria, nos Sessenta, era “um ‘movimento para acabar com todos os movimentos’”, deu-se a Tropicália. Houve sim, portanto e ao menos para ele, ruptura e instalação de um projeto, se não de uma nova civilização, de uma nova barbárie, uma barbárie terna.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caê e a fundação do após: Victor Heringer”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Chão de Feira, em 2013 e com 4 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Chão de Feira
Páginas: 4
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Chão de feira convidam o leitor a navegar entre reflexões densas e narrativas que exploram o encontro entre cultura, linguagem e experiência humana. O catálogo reúne obras que transitam entre o ensaio filosófico, a literatura de memórias e relatos de vozes indígenas, criando um diálogo entre passado e presente, entre o pessoal e o coletivo. A leitura costuma exigir atenção à linguagem e ao pensamento, com textos que ora se detêm em análises conceituais, ora se abrem para imagens sensoriais e poéticas. Há um ritmo que privilegia a reflexão profunda, sem abrir mão de uma certa leveza na construção das ideias, e que por vezes se aproxima da oralidade ou da escrita ensaística.
