
Título: Cafundó: Tempo de Vingança
Autor: Leony Ticiano
Sinopse: Um crime bárbaro está prestes a acontecer.Sabemos as causas, os culpados e seus esconderijos, mesmo assim não deixaremos de buscar a solução. Haverá mesmo alguma? Quem era vítima pode tornar-se vilão, quem mata a sangue frio pode ser herói. Em um jogo de miseráveis e poderosos, aquele que tem a força tem a lei, e a vingança é mesmo um prato que se come por dias a fio. O autor nos conta essa história como quem está numa varanda em noite chuvosa, ao lado dos seus ouvintes, trazendo de memória um grande caso. Assim acompanhamos a trajetória da família Macedo na zona rutal de Vitória da Conquista, que consegue sair da pobreza deixando atrás de si um rastro de pólvora. Basta então uma faísca...
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cafundó: Tempo de Vingança”, de Leony Ticiano, publicado pela editora Garimpo & Parceiros, em 2018 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Garimpo & Parceiros
Páginas: 128
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8598866830
ISBN13: 9788598866833
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Garimpo & Parceiros costumam oferecer experiências de leitura que transitam entre o relato pessoal e a reflexão espiritual, frequentemente ambientados em contextos rurais ou urbanos brasileiros. O catálogo sugere um interesse por temas ligados à fé, ministério e desafios humanos, com narrativas que vão do humor sutil à seriedade das crises individuais e coletivas. Há obras que exploram a memória e o tempo, com personagens que dialogam entre passado e presente, enquanto outras adotam um tom mais prático e didático, voltado a líderes religiosos e seus dilemas cotidianos. O ritmo varia do envolvimento lírico e poético a abordagens diretas e instrutivas, indicando uma diversidade editorial que privilegia tanto a profundidade interior quanto a análise social.
