
Título: CAIR ATÉ INVENTAR ONDA
Autor: Riscado Caio
Sinopse: Caio desiste da verticalidade. A cada pa´gina, queda apo´s queda, Caio vai refazendo o nosso cha~o. Os impactos formam sulcos, os sulcos abrem caminhos, os caminhos na~o sa~o bina´rios – nem prosa nem poesia sendo os dois, na~o mais teoria ou pra´tica sendo vida vivida. O texto em ge^nero fluido mistura mu´sica, artes visuais, teatro, danc¸a, literatura, performance. A escrita e seus espac¸amentos, a dramaturgia e suas cavidades, as manchas gra´ficas e os vas- tos vazios, desfazem enquadramentos ri´gidos e fazem nascer um livro palestra-performance. Caio gosta dos jogos de vertigem, de se jogar nos azuis ate´ fazer onda, da queda livre. E sua queda e´ livre porque cheia de sins. Sim para a experimentac¸a~o. Sim para a cena em expansa~o. Sim para a palavra, a li´ngua, o beijo, o dizer carnudo performativo. Sim para a luta, a delicadeza, a tristeza, o amor, a densidade, a poli´tica, o humor. Para o que der e vier e mais o infinito.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “CAIR ATÉ INVENTAR ONDA”, de Riscado Caio, publicado pela editora Numa Editora, em 2023 e com 252 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Numa Editora
Páginas: 252
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587249981
ISBN13: 9786587249988
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora NUMA EDITORA apresentam uma diversidade que vai do ensaio crítico à literatura poética e à crônica, sempre com um olhar atento à cultura brasileira e suas múltiplas expressões. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a memória, a arte e a história, frequentemente explorando temas como identidade cultural, música popular e linguagens artísticas. A leitura desses livros revela um ritmo que pode ser tanto reflexivo e denso, como no caso de análises literárias e filosóficas, quanto mais fluido e próximo do cotidiano, como nas crônicas e memórias. Há também espaço para trabalhos que misturam linguagens e formatos, como entrevistas, poesia híbrida e fotografia ensaística, indicando um interesse pela experimentação e pela pluralidade de vozes.
