
Título: Caixa Trilogia Millennium
Autor: STIEG LARSSON
Sinopse: Os Homens que Não Amavam as Mulheres Os Homens que Não Amavam as Mulheres é um enigma a portas fechadas --passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios.No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada - o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada. E que um Vanger a matou. A Menina que Brincava com Fogo A Menina que Brincava com Fogo (Companhia das Letras, 2009), de Stieg Larsson, segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. Lisbeth Salander parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo. A Rainha do Castelo de Ar A Rainha do Castelo de Ar mistura o universo muitas vezes corrupto do mercado financeiro à invasão de privacidade, trata da violência sexual contra as mulheres aos movimentos neofascistas e do abuso de poder de uma maneira geral.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Caixa Trilogia Millennium”, de STIEG LARSSON, publicado pela editora COMPANHIA DAS LETRAS, em 2011 e com 1824 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: COMPANHIA DAS LETRAS
Páginas: 1824
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535920021
ISBN13: 9788535920024
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 2,870
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,01
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
