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Calibán y la bruja

Título: Calibán y la bruja

Autor: Silvia Federici

Sinopse: La lección política que podemos aprender de Calibán y la bruja es que el capitalismo, en tanto sistema económico-social, está necesariamente vinculado con el racismo y el sexismo. El capitalismo debe justificar y mistificar las contradicciones incrustadas en sus relaciones sociales —la promesa de libertad frente a la realidad de coacción generalizada y la promesa de prosperidad frente a la realidad de la penuria generalizada— denigrando la «naturaleza» de aquéllos a quienes explota: mujeres, súbditos coloniales, descendientes de esclavos africanos, inmigrantes desplazados por la globalización. En el corazón del capitalismo no sólo encontramos una relación simbiótica entre el trabajo asalariado-contractual y la esclavitud sino también, y en relación en ella, podemos detectar la dialéctica que existe entre acumulación y destrucción de la fuerza de trabajo tensión por la que las mujeres han pagado el precio más alto, con sus cuerpos, su trabajo, sus vidas. Silvia Federici Silvia Federici es una escritora, profesora, activista feminista y marxista italo-estadounidense. En sus trabajos concluye que el trabajo reproductivo y de cuidados que hacen gratis las mujeres es la base sobre la que se sostiene el capitalismo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Calibán y la bruja”, de Silvia Federici, publicado pela editora Tinta Limón, em 2017 e com 415 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Tinta Limón

Páginas: 415

Ano: 2017

Edição: 2000

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9789873687075

ISBN13: 9789873687075

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Silvia Federici conduz a um mergulho denso e crítico nas relações entre capitalismo, gênero e reprodução social. A prosa, que combina rigor analítico com um tom engajado, convida o leitor a refletir sobre as raízes históricas da opressão das mulheres, especialmente a partir da caça às bruxas e da divisão sexual do trabalho. O ritmo varia entre análises detalhadas e momentos de reflexão mais amplos, criando uma tensão constante entre passado e presente, entre estruturas sociais e experiências pessoais. A autora explora como o trabalho reprodutivo, frequentemente invisibilizado, é central para a manutenção do sistema capitalista, propondo uma leitura que é ao mesmo tempo intelectual e política. Essa experiência de leitura desafia o leitor a questionar as bases da organização social atual e a imaginar possibilidades de transformação.

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