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Caligula (Collection Folio théâtre (n° 6))

Título: Caligula (Collection Folio théâtre (n° 6))

Autor: Albert Camus

Sinopse: Ange en quête d'absolu ? Monstre sanguinaire ? Avant la guerre, Albert Camus conçoit Caligula, ainsi que Sisyphe ou Meursault (L'Étranger), comme un héros de l'Absurde. En 1945, la pièce est reçue comme une fable sur les horreurs du nazisme. Ses versions et ses mises en scène successives, l'évolution de la sensibilité du public ont contribué à faire de Caligula une des figures les plus troublantes de notre théâtre. À l'image du tyran se superposent, dans notre mémoire, les visages de Gérard Philipe, qui créa le rôle, et celui d'Albert Camus, qui mêla toujours au besoin de tendresse et à l'exigence de pureté une étrange «fixation au meurtre» et «cette violence intérieure» (Jean Grenier) qui anime son empereur romain.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caligula (Collection Folio théâtre (n° 6))”, de Albert Camus, publicado pela editora Gallimard, em 1993 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Gallimard

Páginas: 224

Ano: 1993

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 2070386708

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Albert Camus apresenta um contraste marcante entre a clareza quase seca da prosa e a intensidade emocional que emerge das situações extremas vividas por seus personagens. O ritmo varia entre momentos de reflexão profunda e cenas carregadas de tensão, onde a solidão e o absurdo da existência humana são explorados com rigor intelectual e sensibilidade. A experiência é tanto intelectual quanto visceral, pois o leitor é convidado a confrontar dilemas éticos e existenciais, muitas vezes sem respostas fáceis. Camus constrói personagens que vivem à margem, presos entre a lucidez e a necessidade de resistir, em um mundo que parece indiferente. Essa combinação faz dos livros de Albert Camus uma jornada que mistura o íntimo e o universal, o concreto e o filosófico, deixando no leitor a pergunta sobre como encontrar sentido diante da ausência de sentido.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Gallimard costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma combinação de profundidade filosófica e atenção às nuances da condição humana. Muitas obras exploram conflitos internos e sociais, com personagens que refletem sobre temas como a guerra, a memória, a identidade e a passagem do tempo, em cenários que vão do íntimo ao histórico. A linguagem varia entre o poético e o ensaístico, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que desafiam o leitor a pensar sobre a realidade, seja por meio de relatos autobiográficos, ficções históricas ou reflexões filosóficas.

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