
Título: Caminhar, uma filosofia
Autor: Frédéric Gros
Sinopse: Andar a pé é uma atividade que atrai uma quantidade cada vez maior de adeptos em busca dos benefícios que ela proporciona: relaxamento, comunhão com a natureza, plenitude... Somos muitos a tirar proveito dessas dádivas. Caminhar não requer nem aprendizagem, nem técnica,nem equipamento, nem dinheiro. Bastam um corpo, espaço e tempo. Mas a caminhada é também um ato filosófico e uma experiência espiritual. Da vagabundagem à peregrinação, da perambulação ao percurso iniciático, o autor explora a literatura, a história e a filosofia: Rimbaud e a tentação da fuga, Gandhi e a política de resistência, sem esquecer Kant e suas caminhadas cotidianas em Königsberg. E se só fosse possível pensar direito usando os pés? O que Nietzsche quer dizer quando escreve: “Meus dedos dos pés ficam de orelha em pé para escutar”? É o que se procura entender aqui. Este livro é, ao mesmo tempo, um tratado de filosofia e uma definição da arte de caminhar.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Caminhar, uma filosofia”, de Frédéric Gros, publicado pela editora É Realizações, em 2010 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: É Realizações
Páginas: 224
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8580330068
ISBN13: 9788580330069
Sobre a editora
Os livros da editora É realizações convidam o leitor a um percurso que combina reflexão filosófica, teológica e literária, com atenção a temas como espiritualidade, política, cultura e linguagem. A experiência de leitura costuma ser densa, com textos que dialogam com tradições intelectuais complexas e que exploram desde a relação entre filosofia e literatura até a análise crítica de questões sociais e existenciais. O catálogo apresenta obras que mesclam abordagens conceituais rigorosas e narrativas de formação pessoal, oferecendo tanto ensaios aprofundados quanto relatos autobiográficos e estudos históricos. O tom varia entre o analítico e o meditativo, com frequência marcado por um ritmo que exige atenção e envolvimento crítico.
