
Título: Caminhos curtos para caracóis
Autor: Paula Maria
Sinopse: Caminhos curtos para caracóis nos proporciona uma íntima e profunda trajetória, interna, que se desprende de si, pouco a pouco, revelando a poesia íntima de Paula Maria, que, no mesmo passo, escreve as experiências e sentimentos que nos juntam e nos ajudam a enxergar caracóis no espelho. É evidente a habilidade da escrita poética da autora, deslizando entre questões complexas, elaboradas nas palavras que dizem tudo com maior licença, e exposta pela capacidade de auto-observação, pela consciência das próprias contradições, sempre munida do lírico que representa a experiência da mulher no mundo. De uma e de tantas. Este livro nos mostra que, muitas vezes, não temos casa; muitas vezes, escolhemos abdicar da redoma que nos forma e nos abriga, porém também fazemos crescer a casca que torna o mundo possível. A trajetória do caracol é, afinal, um arrastar de sangue e de busca. É, acima de tudo, um encontro com o eu autêntico. Uma jornada que nos envolve com a escrita genuína e bem-colocada de Paula Maria. “mostro alguns pedaços que entregam apenas vestígios do que desejei um dia” Jarid Arraes
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caminhos curtos para caracóis”, de Paula Maria, publicado pela editora Urutau, em 2023 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Urutau
Páginas: 72
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559005607
ISBN13: 9786559005604
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.
