
Título: Caminhos do imaginário no Brasil
Autor: Hagemeyer Rosa
Sinopse: Caminhando e Cantando lança luz sobre a própria construção simbólica do movimento estudantil em 1968, no momento da irrupção de novos atores e eventos que se tornaram lugares de memória. Rafael Hagemeyer se detém sobre personagens e localidades como Édson Luís, Vladimir Palmeira, Geraldo Vandré, Ibiúna, a rua Maria Antonia com o objetivo de compreender sua transformação em mitos . Para Marcos Napolitano, se a política sempre teve uma dimensão teatral, portanto, cultural, o ano de 1968 e o movimento estudantil que tomou a frente da oposição ao sistema levaram este axioma ao máximo. Portanto, o movimento estudantil de 1968 não gerou um imaginário, mas se afirmou como imaginário, a partir do qual a própria memória histórica foi perpassada. A obra, mesmo rendendo homenagem àqueles que se lançaram no abismo, tenta reverter o foco de luz para que este não seja apenas um vão insondável da história, mas a fresta para o olhar escrutinador do historiador .
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Caminhos do imaginário no Brasil”, de Hagemeyer Rosa, publicado pela editora Edusp, em 2016 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edusp
Páginas: 160
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531401046
ISBN13: 9788531401046
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,310
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
