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Canção da estrada aberta

Título: Canção da estrada aberta

Autor: Walt Whitman

Sinopse: Em direção ao fluído e seu caráter conector exala o suor do amor de jovem e velho, Dele cai o feitiço destilado que zomba da beleza e dos feitos, Em direção a ele suspira a dor que estremece de saudades do contato.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Canção da estrada aberta”, de Walt Whitman, publicado pela editora Urutau, em 2017 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Urutau

Páginas: 64

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788569433385

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Walt Whitman é uma imersão em versos que se abrem como vastos campos, onde o ritmo livre substitui a métrica tradicional e cria uma cadência orgânica, quase respiratória. A prosa poética se mistura com imagens da natureza e da experiência humana, numa voz que se mostra ao mesmo tempo expansiva e íntima, celebrando o indivíduo e a coletividade em igual medida. A tensão na leitura surge da sensação de movimento contínuo, de uma energia que se desdobra em múltiplas direções — do corpo ao espírito, do particular ao universal. O leitor é convidado a contemplar a vitalidade da vida e a complexidade do eu, num fluxo que pode ser tanto meditativo quanto vibrante, com momentos de lirismo intenso e outros de crueza direta.

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    Sobre a editora

    A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.

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