
Título: Cancao de Ninar
Autor: Leila Slimani
Sinopse: “O bebê está morto. Bastaram alguns segundos" Quem cuida dos seus filhos quando você não está olhando? Apesar da relutância do marido, Myriam, mãe de duas crianças pequenas, decide voltar a trabalhar em um escritório de advocacia. O casal inicia uma seleção rigorosa em busca da babá perfeita e fica encantado ao encontrar Louise: discreta, educada e dedicada, ela se dá bem com as crianças, mantém a casa sempre limpa e não reclama quando precisa ficar até tarde. Aos poucos, no entanto, a relação de dependência mútua entre a família e Louise dá origem a pequenas frustrações – até o dia em que ocorre uma tragédia. Com uma tensão crescente construída desde as primeiras linhas, Canção de ninar trata de questões que revelam a essência de nossos tempos, abordando as relações de poder, os preconceitos entre classes e culturas, o papel da mulher na sociedade e as cobranças envolvendo a maternidade. Publicado em mais de 30 países e com mais de 600 mil exemplares vendidos na França, Canção de ninar fez de Leïla Slimani a primeira autora de origem marroquina a vencer o Goncourt, o mais prestigioso prêmio literário francês. “A tensão latente em cada página aquece aos poucos a análise da burguesia, até ser dinamitada por um impulso de violência instintiva.” - STÉPHANIE DUPAYS E ERIC LORET, LE MONDE
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cancao de Ninar”, de Leila Slimani, publicado pela editora Tusquets e em 2018, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Tusquets
Páginas: 0
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542212037
ISBN13: 9788542212037
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,324
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Tusquets convidam o leitor a navegar por narrativas que equilibram humor e crítica social, como em distopias tecnológicas, e também a mergulhar em textos densos e meticulosos, como peças dramáticas com forte carga cultural regional. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram conflitos internos e sociais, seja por meio de personagens complexos ou ambientes carregados de tensão e atmosfera. A linguagem costuma ser cuidadosa, ora lírica, ora direta, com ritmo que varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica. Em muitos títulos, há um interesse em temas como memória, identidade, relações de poder e a complexidade das interações humanas, sempre com um olhar atento às contradições da condição humana.
