
Título: Candomblês da Bahia
Autor: Edison Carneiro
Sinopse: Edison Carneiro foi um dos últimos representantes - e dos mais notáveis - de uma geração que se debatia entre estruturas acadêmicas e a tradição empírico-vocacional desordenada, mas criativa, dominantes na sua época. Ele inicia com invejável modéstia e invulgar seriedade, na sua obra, uma nova linha metodológica nos chamados estudos afro-brasileiros. Em Candomblés da Bahia, Carneiro definiu um roteiro metodológico que, desde então, tem servido de guia básico para todos os pesquisadores que, a partir daquela monografia singular, vêm estudando os candomblés da Bahia e os cultos afro-brasileiros em geral. Desde 1948, quando foi publicado em sua 1ª edição, esse livro tornou-se um clássico e obra indispensável de orientação e consulta. Nela estão a organização social dos terreiros; sua economia; o simbolismo de sua linguagem e de seu ritual; as hierarquias míticas e o sistema de controle intragrupal.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Candomblês da Bahia”, de Edison Carneiro, publicado pela editora WMF Martins Fontes - POD, em 2008 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: WMF Martins Fontes - POD
Páginas: 200
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578270010
ISBN13: 9788578270018
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,80
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora WMF Martins Fontes - POD costuma ser um convite a reflexões profundas sobre cultura, filosofia, direito e artes, com um olhar que equilibra rigor acadêmico e acessibilidade. O catálogo privilegia obras que exploram temas como a memória, a ética, a crítica social e as manifestações culturais brasileiras, especialmente as afro-brasileiras, além de abordagens sobre estética e psicologia. O tom é predominantemente analítico e didático, com textos que variam entre ensaios densos e exposições claras, frequentemente com um ritmo que convida à contemplação e ao debate. Há também uma atenção especial à historicidade dos temas, situando-os em contextos sociais e intelectuais que ajudam o leitor a compreender as transformações culturais e políticas.
