
Título: Cantei para você morrer
Autor: Ricardi Denize
Sinopse: EPÍGRAFE SONORA AHA – “Stay on these roads” (1988) Almir Sater – “Tocando em frente” (1992) Annie Lennox – “Walking on broken glass” (1992) Antonio Carlos Jobim – “Dindi” (1980) Audrey Hepburn – “Moon River” (1961) Charles Trénet – “Que rest-t’il de nous amour” (1975) DJ BoBo – “Keep on dancing” (1993) Earth Wind and Fire – “That’s the way of the world” (1975) Eletric Light Orchestra – “Last train to London” (1979) George Benson – “Love X love” ( 1980) KC & The Sunshine Band – “Keep it comin’ love” (1976) Louis Armstrong – “La vie en rose” (2003) Nat King Cole – “Unforgettable” ( 1951) Nicole Henry – “Waiting in vain” (2013) Oleta Adams – “Get here” ( 1990) Paul Hardcastle – “Smooth jazz is bumpin’” (2005) Rita Lee – “Mania de você” (1979) Rita Lee – “Caso sério” (1980) Sade – “Kiss of life” ( 1992) Seal – “Crazy” (1990) Seals and Croft – “Summer Breeze” (1972) Tears for Fears – “Everybody wants to rule the world” (1985) The Bolshoi – “Sunday morning” (1986) Escute no Spotify: https://spoti.fi/3jz6nqT
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cantei para você morrer”, de Ricardi Denize, publicado pela editora Kotter Editorial, em 2020 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Kotter Editorial
Páginas: 96
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586526728
ISBN13: 9786586526721
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora KOTTER EDITORIAL propõem uma experiência de leitura que oscila entre o experimental e o cotidiano, com um forte viés poético e crítico. A linguagem varia do lirismo desconstruído ao humor ácido, passando por narrativas que exploram conflitos íntimos e sociais em contextos urbanos e históricos. O catálogo revela uma predileção por obras que desafiam formas tradicionais, seja na poesia que dialoga com vanguardas e concretismo, seja na prosa que investiga personagens complexos e situações ambíguas. Há também espaço para ensaios sociológicos e políticos que refletem sobre o Brasil contemporâneo, sempre com um olhar atento às tensões culturais e históricas.
