
Título: Canudos - Uma vila florescente e rica
Autor: José Gonçalves do Nascimento
Sinopse: Sob a destacada liderança de Antônio Vicente Mendes Maciel, o arraial de Canudos foi a tentativa bem sucedida de implantação de uma nova ordem social, em contraposição a todas as formas opressoras de poder. Perdido em meio à vasta caatinga, o povoado tornar-se-ia, em pouco tempo, um dos maiores aglomerados populacionais do estado da Bahia, chamando a atenção do Brasil inteiro. Seu caráter de comunidade autônoma e autossuficiente logo despertou a ira das elites brasileiras, culminando no maior confronto armado já ocorrido em território nacional. Era a epopeia de Canudos. Os efeitos da guerra foram de tal modo devastadores que, por décadas sucessivas, os moradores da região recusaram-se a tratar do ocorrido. Reféns do trauma e do medo, muitos sertanejos preferiram permanecer em silêncio, tornando-se indiferentes ao seu passado de luta. Mas, algumas iniciativas voltadas para o resgate da memória sertaneja têm procurado superar o conceito errôneo e deturpado a que fora relegada a memória de Canudos e devolver ao povo do sertão o verdadeiro significado da comunidade fundada por Antônio Conselheiro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Canudos – Uma vila florescente e rica”, de José Gonçalves do Nascimento, publicado pela editora Lura, em 2017 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Lura
Páginas: 144
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8508134657
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Lura apresentam uma variedade de temas que vão do cotidiano empresarial às jornadas pessoais e sociais, sempre com um olhar atento às transformações internas e externas dos personagens ou contextos. A experiência de leitura frequentemente envolve narrativas que exploram relações humanas profundas, como laços familiares e desafios emocionais, mas também se estendem a reflexões sobre inovação, espiritualidade e questões sociais contemporâneas. O tom pode variar do intimista e poético a abordagens mais práticas e didáticas, sugerindo um catálogo que não se prende a um único estilo narrativo, mas que privilegia o equilíbrio entre histórias envolventes e conteúdos que convidam à reflexão. A presença de cenários urbanos, rurais e até futuristas indica diversidade no ambiente das obras, enquanto o ritmo oscila entre momentos de tensão, contemplação e ação, conforme o foco de cada obra.
