
Título: Capa Preta: Edição Autografada
Autor: Lourenço Mutarelli
Sinopse: 666 Edições com bookplate autografado Nascido em 1964, Lourenço Mutarelli cursou a Faculdade de Belas Artes e, durante três anos, trabalhou nos Estúdios Maurício de Sousa. Em 1988, alguns colegas acharam que seria uma boa ideia simular um sequestro para levá-lo a uma festa surpresa. O trote desencadeou uma crise depressiva crônica. O autor encontrou nas histórias em quadrinhos o remédio para superar esse trauma e personificou, em seus heróis, os dramas por ele vividos. Durante essa fase, produziu quatro álbuns: Transubstanciação (1991), Desgraçados (1993), Eu Te Amo Lucimar (1994) e A Confluência da Forquilha (1997). Cada uma dessas publicações foi contemplada com um Troféu HQ Mix. Capa Preta reúne em volume único esses quatro álbuns, esgotados há anos e vendidos a preço de ouro. As pranchas originais foram redigitalizadas para amplificar a experiência gráfica do leitor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Capa Preta: Edição Autografada”, de Lourenço Mutarelli, publicado pela editora Comix Zone, em 2019 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Comix Zone
Páginas: 304
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788562848117
Sobre a editora
Os livros da editora Comix Zone costumam explorar narrativas densas e maduras, onde o conflito pessoal e social se entrelaça com ambientações que vão do realismo urbano à fantasia sombria. O catálogo privilegia histórias que mesclam violência, vingança e dilemas existenciais, muitas vezes em formatos gráficos de luxo, com acabamento cuidadoso e páginas coloridas ou em preto e branco. Há uma presença forte de personagens marcados por traumas profundos, como reis destronados, jovens vingativos e figuras à beira do abismo, que enfrentam cenários que transitam entre o passado histórico e o futuro distópico. O tom dessas obras é geralmente intenso, com ritmo que alterna entre a ação e a reflexão, e uma linguagem que pode ser brutal, lírica ou até surreal.
