
Título: Capital da Solidão/Capital da Vertigem - Caixa
Autor: Toledo De
Sinopse: A capital da solidão reconstitui a história de São Paulo das origens a 1900. Numa narrativa envolvente e reveladora, o leitor é convidado, capítulo a capítulo, a conhecer momentos cruciais da trajetória da cidade que, por mais de uma ocasião, esteve ameaçada de penosos retrocessos, senão de extinção, por motivo do abandono dos moradores, da precariedade de recursos e do que por vezes pareceu uma irremediável falta de futuro. Após A capital da solidão, o jornalista Roberto Pompeu de Toledo narra em A capital da vertigem sua arrancada rumo à modernidade. Eis uma cidade que deixa a condição de vila e se torna a maior metrópole do país. É a capital da vertigem- vertigem artística, industrial, demográfica, social e urbanística. Neste panorama monumental de São Paulo, que vai do início do século XX a 1954, surge uma cidade que deixa a condição de vila e se impregna com a fuligem das chaminés, o vapor das fábricas e a fumaça dos automóveis. Ilustrada com rico material iconográfico como mapas, fotos e gravuras, a obra é biografia exemplar de uma personagem que seduz e intriga desde suas origens- a cidade de São Paulo.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Capital da Solidão/Capital da Vertigem – Caixa”, de Toledo De, publicado pela editora Objetiva, em 2015 e com 1144 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Objetiva
Páginas: 1144
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539006936
ISBN13: 9788539006939
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,760
- Altura (cm): 24,10
- Largura (cm): 16,40
- Espessura (cm): 6,70
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
