
Título: Caros Amigos #243: A Primeira Á Esquerda
Autor: não informado
Sinopse: Parecia certo o rumo do golpe a desaguar em águas tranquilas da direita e seu projeto ultraneoliberal. Mas entrou água no barco dos golpistas, que afunda em denúncias de corrupção (com provas) e numa disputa de classes: a classe política e a classe judiciária, que de cúmplice privilegiada e omissa passou ao protagonismo, implicando Temer, destruindo Aécio Neves e lançando tucanos, democratas e peemedebistas no esgoto da história. E também deixando um vazio político ainda a ser preenchido e em torno do qual se aglutinam as forças ainda restantes dos golpistas, que planejam eleição indireta ou o sustento esfarrapado e cínico a Temer, e as forças da oposição, que em boa parte acalentam nova eleição direta. A reportagem de capa desta edição de Caros Amigos, assim como a entrevista com o cientista político Armando Boito Junior, da Unicamp, busca avaliar o cenário em que o País foi lançado após as delações dos irmãos Batista, do grupo JBS, e os rachas que se tornaram evidentes na frente golpista. Para Boito Junior a situação escancara a disputa entre o que ele chama de Partido da Justiça e a classe política no Legislativo e Executivo, ambos formados por uma alta classe média, mas com interesses, ligações e lastros distintos. Não é possível, porém, arriscar em um cenário o que poderia acontecer ao longo de junho e adiante.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caros Amigos #243: A Primeira Á Esquerda”, de não informado, publicado pela editora Caros Amigos, em 2017 e com 48 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Caros Amigos
Páginas: 48
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Caros Amigos oferecem uma experiência de leitura marcada por análises críticas e detalhadas dos conflitos sociais e políticos contemporâneos. A narrativa frequentemente se ancora em reportagens investigativas e ensaios que exploram temas como violência institucional, corrupção sistêmica e movimentos populares, criando um clima de tensão e urgência. O tom é predominantemente sério e reflexivo, com textos que dialogam com leitores interessados em compreender os bastidores do poder e as dinâmicas das lutas sociais no Brasil e na América Latina. O catálogo revela obras que oscilam entre abordagens mais narrativas, com histórias pessoais e relatos de resistência, e outras mais informativas, com discussões acadêmicas e análises políticas profundas.
