
Título: Caros Amigos Ed.41
Autor: varios
Sinopse: Um texto de Aloysio Biondi, inédito na imprensa, cedido pela faculdade na qual ele lecionava. · Leo Gilson Ribeiro liga a televisão em suas janela abertas · Frei Betto e o plebiscito nacional sobre a dívida externa. José Arbex Jr. fala da reação francesa diante do assustador Echelon criado pelos Estados Unidos · Ana Miranda abre o coração. Georges Bourdoukan compara o caiçara ao beduíno e assopra uma intenção de FHC. Mylton Severiano traz as novas da Enfermaria. · Marcos Terena e as lições da cultura indígena. Carlos Eduardo Carvalho soma Pepsi-Cola e Corinthians para chegar ao preconceito. · Eduardo Galeano, num texto corrosivo tirado do Le Monde Diplomatique · Álvaro Alves de Faria viajou com o poeta Ferreira Gulla, de quem ouviu poucas a boas. · Um dos líderes da gigantesca greve universitária que abalou o México concede entrevista a José Arbex Jr. · Roberto Maldonado assina o ensaio fotográfico do mês, feito em Bali
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Caros Amigos Ed.41”, de varios, publicado pela editora casa amarela, em 2006 e com 68 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: casa amarela
Páginas: 68
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Casa Amarela apresentam um olhar crítico e detalhado sobre temas sociais, políticos e culturais, frequentemente com foco na realidade brasileira e em questões contemporâneas urgentes. A leitura costuma ser densa e reflexiva, marcada por entrevistas aprofundadas, análises políticas e relatos autobiográficos que revelam tensões e conflitos reais, como debates sobre saúde pública, educação, urbanismo e direitos humanos. O tom varia entre o jornalístico, o ensaístico e o narrativo, com algumas obras adotando um ritmo mais investigativo e outras privilegiando a experiência pessoal e histórica. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com o presente de forma direta, sem recorrer a simplificações ou clichês.
