
Título: Carregadores de água, Os
Autor: Atiq Rahimi
Sinopse: Publicado na França em 2019 e agora no Brasil pela Estação Liberdade, Os carregadores de água é o mais novo romance do premiado autor afegão Atiq Rahimi. Escrito com uma prosa poética e com muitas surpresas no enredo, o livro toca em questões como o exílio, a liberdade, a afeganidade, a memória e a destruição dela. Em 11 de março de 2001, as duas grandes estátuas dos Budas de Bâmiyân, no Afeganistão, são destruídas pelo Talibã, e em torno deste acontecimento são narradas as vidas de dois afegãos. Um deles, Tamim, que ocidentaliza seu nome para Tom, vive exilado em Paris e decide abandonar esposa e filha para ir de carro a Amsterdã se encontrar com outra mulher. O outro afegão chama-se Yûsef e trabalha carregando água em Cabul, sendo obrigado a conviver com as misérias de seu país e com a crueldade dos soldados do regime talibã. Os destinos dos dois jamais se cruzam. Mas, com esses relatos, Atiq Rahimi conta aos leitores dois modos de ser afegão estando neste mundo que se transforma tão rápida e violentamente. As tragédias são inevitáveis neste comovente romance, mas inevitáveis são também as buscas de si, as revelações e o amor.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Carregadores de água, Os”, de Atiq Rahimi, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2021 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 256
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586068517
ISBN13: 9786586068511
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
