
Título: Carta a Rubem Braga: Crônicas
Autor: Felicíssimo Gustavo
Sinopse: "Um bom cronista está ligado a tudo, mas não se limita a nada. Gustavo Felicíssimo faz da crônica um tipo de nomadismo, mas é um nômade peculiar – viaja parado. Assim, o leitor vai viajar com Muller, o mendigo leitor de Goethe, com Dona Jacinta e o Euro, vai perceber gratificado que Messi é poeta e Cristiano Ronaldo é prosador, vai ficar de luto pela morte de um Poeta e de um craque de futebol, que era médico, vai descobrir o voo líquido, os vários ofícios do cronista – enchedor de linguiça, empacotador, garçom, cozinheiro etc. –, a liturgia profana do bar, o cronista-editor e suas peripécias, vai ver o menino revisitar o homem e sua memória se converter em irmã menor da alma. Na flexibilidade temática da crônica, Gustavo Felicíssimo transita com simplicidade e leveza pelo lirismo comovente da memória, denuncia o lixo cultural e político que abarrota nosso dia a dia, pelas definições, por sinal, excelentes, do universo do futebol, pelos dramas pessoais seus e alheios, pois, acima de tudo, um bom cronista se compadece com os que sofrem, e se rebela contra o que não presta. Este Carta a Rubem Braga pode ser lido como alguém que recebe uma mensagem de um habitante do mundo, nascido em Marília de alma baiana, e, atento, sai a passear pelas ruas de sua cidade íntima e a vê como se fosse a primeira vez." - João Filho
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Carta a Rubem Braga: Crônicas”, de Felicíssimo Gustavo, publicado pela editora Mondrongo, em 2017 e com 121 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Mondrongo
Páginas: 121
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593552188
ISBN13: 9788593552182
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Mondrongo costumam explorar territórios literários que vão do fantástico ao histórico, com uma forte presença da poesia e da narrativa experimental. O leitor encontra desde contos que desafiam a linha tênue entre sanidade e imaginação até histórias ambientadas em períodos marcados por conflitos sociais, como a ditadura militar brasileira. A poesia, especialmente o haicai, aparece com destaque, apresentando formas tradicionais e inovações visuais que convidam à leitura contemplativa. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que valorizam a estética literária e outras que dialogam com temas históricos e culturais, sempre com uma escrita cuidadosa e, por vezes, desafiadora.
