
Título: Carta a Terra - e a Terra Responde
Autor: Acosta Alberto
Sinopse: "Desenvolvimento" é uma palavra artificial, um termo vazio em que se imprime uma significação positiva. Apesar disso, manteve seu status enquanto perspectiva, porque se inscreve em uma rede internacional de instituições, que abrange desde a Organização das Nações Unidas até as organizações não governamentais. […]_x000D_ _x000D_ A queda da ideia de desenvolvimento se tornou óbvia na Agenda 2030 da ONU para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Foi-se o tempo em que o desenvolvimento significava uma "promessa". Naquela época, falava-se em jovens nações ambiciosas que avançavam pelos caminhos do progresso. De fato, o discurso do desenvolvimento sustentava uma promessa histórica monumental: no fim, todas as sociedades venceriam o abismo que separa ricos e pobres, e partilhariam os frutos da civilização industrial. Essa era foi enterrada junto com o progresso, pois o que restou foi a luta diária pela sobrevivência. Embora as políticas de combate à pobreza tenham sido bem-sucedidas em alguns países, foram construídas à custa de desigualdades ainda mais profundas em outros lugares e cobraram o alto preço dos danos ambientais irreversíveis. […]_x000D_ _x000D_ A meu ver, este dicionário do pós-desenvolvimento está diretamente enraizado na narrativa da solidariedade. Os verbetes elucidam vários caminhos para a transformação social, que colocam a empatia por seres humanos e não humanos em primeiro lugar; são visões que se posicionam firmemente contra o nacionalismo xenofóbico e o globalismo tecnocrático. É profundamente encorajador perceber que a teoria e a prática da solidariedade, como testemunhamos na diversidade geográfica desses autores, parecem ter alcançado todos os cantos do planeta._x000D_ _x000D_ — Wolfgang Sachs, na Apresentação
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Carta a Terra – e a Terra Responde”, de Acosta Alberto, publicado pela editora Editora Elefante, em 2021 e com 576 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Elefante
Páginas: 576
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6587235433
ISBN13: 9786587235431
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,700
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 3,00
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Elefante costuma envolver um mergulho crítico em temas sociais, políticos e culturais, com foco em realidades latino-americanas e questões globais contemporâneas. O catálogo privilegia obras que combinam rigor documental e reflexão teórica, muitas vezes com um tom analítico e um olhar atento às relações de poder, desigualdades e movimentos sociais. As narrativas transitam entre o ensaio, o relato investigativo e a crítica cultural, com ritmo que varia do denso ao acessível, mas sempre convidando à reflexão profunda. É comum encontrar textos que abordam desde a crítica ao extrativismo e ao desenvolvimento até debates sobre raça, gênero, trabalho e meio ambiente.
