
Título: Carta de Guia de Casados
Autor: D. Francisco Manuel de Melo
Sinopse: "Falando somente da filosofia económica, que é a que pertence a este tratado, digo que esta tal filosofia compreende todas as condições de gente de que consta a república: grande, meã e pequena; porém, olha com maior intenção para os grandes; porque a segunda e terceira qualidade de homens não requer tanto estudo para sua conservação. Estende-se também a todos os estados de vida: Casados, solteiros e viúvos; mas da mesma maneira é mais própria dos casados que dos solteiros e viúvos. Não porque estes dois modos de vida deixem de necessitar de regras para seu bom regimento; porém porque são estados em que poucos e pouco tempo se detêm; constam sempre de limitadas famílias, e por isso de menos ocasiões; não pedem todo aquele desvelo, cuidado e vigilância, que convêm ao casado para sustentar sua casa em honra e sem perigo."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Carta de Guia de Casados”, de D. Francisco Manuel de Melo, publicado pela editora Edições Vercial, em 2013 e com 78 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Vercial
Páginas: 78
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9789897002311
ISBN13: 9789897002311
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Vercial costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor crítico e atenção à tradição literária portuguesa e ibérica. O catálogo privilegia obras que exploram temas históricos, sociais e literários com uma linguagem que varia entre o ensaio acadêmico e a narrativa poética ou dramática. A leitura desses livros frequentemente envolve uma imersão em contextos culturais e históricos detalhados, com textos que vão do tom reflexivo e didático ao humor sutil e à crítica social. Há uma presença marcante de obras que abordam a literatura clássica, a história municipal e a poesia cultista, o que sugere um público interessado em aprofundar conhecimentos e refletir sobre a cultura lusófona. O ritmo das obras pode ser mais contemplativo, com foco em análises e descrições cuidadosas, ou mais dinâmico, como nas peças teatrais que apresentam conflitos sociais e familiares.
