
Título: Cartas a Anaïs Nin
Autor: Henry Miller
Sinopse: (em espanhol) As cartas de Henry Miller a Anaïs Nin reunidas neste volume abrangem um período de quinze anos, de 1931 a 1946, talvez os anos mais importantes na vida de Miller, os mais produtivos da sua carreira de escritor e os mais decisivos na sua vida pessoal. Frequentemente escritas à pressa em bocados de papel, envelopes ou no verso de velhas ementas de restaurante, estas cartas para a sua grande amiga e confidente são, mais do que na sua correspondência com Durrell, um retrato íntimo e autobiográfico do seu período mais crítico. Através das suas cartas perpassa uma galeria de «monstros sagrados», desde o próprio Durrell a outro Lawrence (D. H.), pintores, actores, artistas de todas as latitudes, relatos de viagens, a preocupação da crítica literária, os contactos com os editores, as traduções, etc. A excelente introdução de Günther Stuhlmann situa o leitor menos informado na importância da obra, aumentando-lhe o interesse pela leitura das cartas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas a Anaïs Nin”, de Henry Miller, publicado pela editora Bruguera, em 1981 e com 514 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bruguera
Páginas: 514
Ano: 1981
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8402077749
ISBN13: 9788402077745
Sobre a editora
Os livros da editora Bruguera apresentam uma variedade que vai do introspectivo ao especulativo, com obras que exploram tanto a dimensão emocional e pessoal quanto a imaginação científica. Em alguns títulos, o leitor encontra propostas de autorreflexão e exercícios para lidar com conflitos internos, enquanto outros se lançam em narrativas de ficção científica e aventura, com cenários que vão do espaço galáctico a ambientes de mistério e terror. O catálogo sugere uma oscilação entre textos mais densos e filosóficos e outros de ritmo mais ágil e envolvente, contemplando desde relatos intimistas até tramas que desafiam a percepção da realidade. Essa diversidade indica que a Bruguera dialoga com leitores interessados tanto em temas humanos e sociais quanto em especulações literárias e fantásticas.
