
Título: Cartas da Prisao
Autor: Frei Betto
Sinopse: A nova edição do livro de Frei Betto, um ícone da resistência e da luta contra a ditadura militar no Brasil, reúne uma série de cartas escritas por ele durante os quase quatro anos (1969-73) em que esteve preso. Antes editado no Brasil em dois volumes separados, com os títulos Cartas da prisão (1977) e Das catacumbas (1978), ambos pela Civilização Brasileira, o livro traz agora vinte cartas inéditas, encontradas recentemente pelo autor. Documento histórico de suma importância, a obra retrata as duras provações a que foram submetidos os presos políticos e mostra às novas gerações o que significou a luta de jovens brasileiros pela queda da ditadura e pela redemocratização do país.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Cartas da Prisao”, de Frei Betto, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 408 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 408
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535929355
ISBN13: 9788535929355
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,068
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 3,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
