
Título: Cartas de Estalinegrado: Documentos Vivos
Autor: C. Bertelsmann
Sinopse: Na fase final da Batalha de Stalingrado, o comando alemão decidiu auscultar o moral dos seus soldados. Estas cartas, que foram as últimas que os alemães conseguiram escrever nos derradeiros dias da luta naquela martirizada cidade, constitui um dos mais impressionantes testemunhos dos acontecimentos ocorridos durante a guerra. O avião que transportava o correio foi sequestrado por ordem de Hitler e de todas as cartas se elaborou um relatório confidencial que acabou por ser descoberto nos arquivos secretos do exército alemão em Potsdam. O relatório fora efetuado para conhecer o estado de espírito da tropa na fortaleza de Stalingrado; todas as cartas foram devidamente analisadas e classificadas, segundo o grau psicológico do remetente, em cinco grupos: 2,1% era invoráveis à continuação da guerra; 4,4% duvidavam da sua justeza; 57,1% mostravam-se desconfiados e incrédulos; 3,4% mostravam-se abertamente contra o prosseguimento das hostilidades e 33% não tinham atitude definida. Porém, após a compilação das estatísticas, e depois de um oficial dos serviços de propaganda ter sido encarregado de escrever um estudo sobre aqueles dias decisivos da guerra mundial, foram dadas ordens para suspender o trabalho, pois a revelação de tais fatos falaria uma linguagem demasiado clara e intolerável para o povo alemão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas de Estalinegrado: Documentos Vivos”, de C. Bertelsmann, publicado pela editora Arcádia, em 1960 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Arcádia
Páginas: 160
Ano: 1960
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Arcádia costumam explorar narrativas que transitam entre o histórico e o contemporâneo, com forte presença de conflitos humanos em cenários marcados por tensões sociais ou políticas. Há obras que mesclam memória e ficção para recriar momentos dramáticos, como batalhas ou crises, enquanto outras se aprofundam em relações pessoais intensas, seja em contextos de amor, luta pelo poder ou desafios cotidianos. O catálogo sugere uma diversidade que vai do relato de guerra à fantasia com elementos emocionais, passando por análises sociais e poéticas, o que oferece ao leitor experiências de leitura que podem ser tanto densas e reflexivas quanto envolventes e emotivas.
