
Título: Cartas de la monja portuguesa
Autor: Mariana Alcoforado
Sinopse: En 1669 aparecía en París un pequeño volumen titulado “Cartas portuguesas” que contenía las cinco misivas que Mariana Alcoforado, monja portuguesa del convento de Beja, en el Alentejo, había escrito al conde Chamilly, capitán de la caballería francesa que había participado en el asedio de Ferreira. La historia que había unido a ambos personajes nada tiene de particular: Mariana había sido seducida por el conde y éste, olvidadizo, había partido para Francia dando por terminada su aventura. Sin embargo, estas cartas pasaron a la historia como una de las más rotundas expresiones del amor femenino: la monja portuguesa, abnegadamente enamorada, escribía desde su celda dando rienda suelta a su pasión ensimismada, a sus quejas y desvaríos, y dejando un testimonio imperecedero—sea o no real su autoría—, un auténtico breviaro de amor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas de la monja portuguesa”, de Mariana Alcoforado, publicado pela editora Acantilado, em 2003 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Acantilado
Páginas: 72
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788496136298
ISBN13: 9788496136298
Sobre a editora
Os livros da editora Acantilado apresentam uma leitura marcada pela profundidade histórica e literária, onde o passado se entrelaça com reflexões sobre a condição humana e a memória. Suas obras frequentemente exploram dilemas éticos, crises de identidade e narrativas que oscilam entre o íntimo e o coletivo, com uma prosa que pode ser ao mesmo tempo densa e envolvente. O catálogo sugere um interesse por textos que dialogam com grandes temas — como liberdade, amor, poder e isolamento — em contextos que vão do século XVI até o século XX, incluindo reconstruções cuidadosas de histórias e personagens. Há uma atenção especial à complexidade das emoções e ao exame da subjetividade, seja por meio de cartas, relatos autobiográficos ou ficção histórica.
