
Título: Cartas de Uma Imperatriz
Autor: Leopoldina D.
Sinopse: Pesquisa e seleção: Bettina Kann e Patrícia Souza Lima Coordenação editorial: Angel Bojadsen A obra traz a correspondência da imperatriz Leopoldina, que se revela uma personalidade atenta à sua época e, em algumas questões, muito à frente dela. Ora ameaçada por Napoleão, ora imperatriz de terras que desconhecia por completo, apresentamos o destino de uma mulher que marcou a história brasileira. Esta edição inclui artigos de István Jancsó, André de Arruda Machado, Bettina Kann, Maria Rita Kehl e Andreá Slemian, além de documentação iconográfica colorida de artistas-viajantes.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Cartas de Uma Imperatriz”, de Leopoldina D., publicado pela editora Editora Estação Liberdade, em 2006 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Editora Estação Liberdade
Páginas: 496
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481084
ISBN13: 9788574481081
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,980
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Estaçao Liberdade convidam o leitor a atravessar narrativas que oscilam entre o íntimo e o histórico, o filosófico e o literário, com uma atenção especial à complexidade das emoções e das ideias. Muitas obras se dedicam a explorar conflitos internos e sociais por meio de personagens densos, como protagonistas marcados por desejos ocultos ou por crises existenciais, em ambientes que vão da Europa do século XIX às cidades contemporâneas e à África antiga. O catálogo revela uma preferência por textos que misturam reflexão e invenção, como ensaios que se aproximam da autoficção, e romances que desafiam o romance tradicional, com temas que incluem desde a liberdade acadêmica até o corpo como linguagem estética. O tom, em geral, é mais contemplativo e denso, com ritmo que varia entre a tensão psicológica e a narrativa histórica detalhada.
