
Título: Cartas do São Francisco
Autor: Nilma Gonçalves Lacerda
Sinopse: Da correspondência de cinco anos – entre Rainer Maria Rilke e um jovem, que queria a opinião do poeta sobre seus escritos – nasceram as Cartas a um jovem poeta. A escritora Nilma Gonçalves Lacerda, assim como Rilke, também recebeu um original em carta para dar sua apreciação. Eu estava para viajar, e ainda assim lhe respondi à primeira carta e depois às outras, que foram me alcançando nos vários destinos seguintes. Num espaço curto de tempo, consciente de seguir o rastro de Rilke em suas célebres cartas, acabei reunindo algumas reflexões que dou ao público… Assim, nasceram as Cartas do São Francisco. A autora, também professora de literatura, viaja pelas águas do rio e pelas águas da criação. Dialoga com Rilke, com outros escritores e discute questões da arte, da ética e da cultura contemporânea.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Cartas do São Francisco”, de Nilma Gonçalves Lacerda, publicado pela editora Global Editora, em 2003 e com 40 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 40
Ano: 2003
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526007491
ISBN13: 9788526007499
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
