
Título: Cartas para Cláudia
Autor: Jorge Bucay
Sinopse: "Este livro é composto pelos escritos que, durante mais de três anos de trabalho terapêutico, Jorge Bucay dedicou aos seus pacientes. Trata-se de uma correspondência imaginária entre o autor e Cláudia, uma amiga muito querida que se torna destinatária de importantes lições de vida. Cada carta levanta questões e lança um desafio à reflexão: seremos verdadeiramente donos do nosso destino? Até que ponto somos determinados pelas circunstâncias? Será possível conhecermo-nos a nós mesmos, ou apenas às diversas máscaras que usamos? Que estratégias usamos para nos definirmos a nós próprios? Qual o verdadeiro sentido da liberdade? A felicidade estará ao nosso alcance? Como poderemos delinear e aceitar as nossas limitações? Num estilo convidativo, informal, por vezes divertido, por vezes quase cruel, Jorge Bucay inicia em Cartas para Cláudia uma correspondência com todos os leitores, incentivando-os ao autoconhecimento e à busca pela felicidade." www.wook.pt
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas para Cláudia”, de Jorge Bucay, publicado pela editora Pergaminho, em 2005 e com 230 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Pergaminho
Páginas: 230
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9727117309
ISBN13: 9789727117307
Sobre a editora
Os livros da editora Pergaminho costumam explorar temas ligados ao desenvolvimento pessoal, espiritualidade e mistério, oferecendo ao leitor uma experiência que mistura reflexão e narrativa envolvente. Muitas obras abordam a busca por sentido na vida, seja por meio de histórias de superação, investigações que combinam suspense e humor, ou ensinamentos sobre cura e autoconhecimento. O tom varia entre o didático e o intimista, com textos que convidam à contemplação e, por vezes, à ação prática. O catálogo revela também uma atenção especial a questões emocionais profundas, como a dor, o amor e os limites pessoais, sempre com linguagem acessível e ritmo que alterna entre o contemplativo e o tenso.
