
Título: Cartas para Naíma
Autor: Lalo Arias
Sinopse: Este livro foi imaginado sob o impacto e a influência da audição de Naíma, balada composta por John Coltrane em 1959. Os textos aqui publicados, escritos entre 06 de janeiro e 15 de março de 2010, nasceram na medida em que eu empreendia uma imaginária viagem pelo coração e pela mente de um homem que se permite enlouquecer e, consequentemente, morrer de amor por uma mulher. Minha pretensão era que os versos destes poemas alcançassem a sonoridade, o ritmo, os lapsos de tempo e o desespero contidos na melodia de Coltrane. Pura pretensão, creio. Num certo momento da criação destes textos, o que havia sido idealizado apenas como um livro de poemas tomou o aspecto de uma série de cartas endereçadas à imaginada amada Naíma; e, ao final, o que deveria ser um punhado de cartas de amor acabou se transformando, sem intenção alguma, num diário com contornos de conto. Lalo Arias/março, 2013
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartas para Naíma”, de Lalo Arias, publicado pela editora Patuá, em 2013 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 88
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8582970161
ISBN13: 9788582970164
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
