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Cartilha da Natureza

Título: Cartilha da Natureza

Autor: Francisco Cândido Xavier

Sinopse: Livro: 018 Cartilha da Natureza Poesia Francisco Cândido Xavier (médium) Casimiro Cunha (espírito) Ano: 1944 Obra de grande sensibilidade e beleza. Suas poesias refletem a singeleza e grandiosidade dos presentes diários oferecidos pelo Criador a toda a humanidade, manifestados sob a forma dos diferentes elementos que compõem a beleza natural do planeta. Esta cartilha ensina a "ler" a natureza circundante e a reconhecer a sua importância e a magnanimidade de Deus. Neste volume, encontram-se as poesias que apresentam a Criação Divina e sua sabedoria ao outorgar ao Sol, à plantação, à chuva, ao lago, ao vento e à flor o ensino de importantes lições de vida. Obra publicada originalmente num só volume e posteriormente desmembrada em três livros com subtemas: A Criação, A Viagem e O Trabalho. A Grande Fazenda "E ele repartiu por eles a fazenda." (Jesus - Lucas, 15:12) A Natureza é a fazenda vasta que o Pai entregou a todas as criaturas. Cada pormenor do valioso patrimônio apresenta significação particular. A árvore, o caminho, a nuvem, o pó, o rio, revelam mensagens silenciosas e especiais. É preciso, contudo, que o homem aprenda a recolher-se para escutar as grandes vozes que lhe falam ao coração. A Natureza é sempre o celeiro abençoado de lições maternais. Em seus círculos de serviço, coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa. Eis a razão pela qual o trabalho de Casimiro Cunha se evidencia com singular importância. O coração vibrátil e a sensibilidade apurada conchegaram-se a Jesus, para trazer aos ouvidos dos companheiros encarnados algumas notas da universal sinfonia. Esta cartilha amorosa relaciona, em rimas singelas, alguns cânticos da fazenda divina que o Pai nos confiou. Envolvendo expressões na luz infinita do Mestre, Casimiro dá notícias das coisas simples, cheias de ensino transcedental. No relatório musicado de sua alma sensível, o milharal, o pântano, a árvore, o ribeiro, o malhadouro, dizem alguma coisa de sua maravilhosa destinação, revelando sugestões de beleza sublime. É o ensino espontâneo dos elementos, o alvitre das paisagens que o hábito vulgarizou, mas se conservam repletas de lições sempre novas. O trabalho valioso do poeta cristão dispensa comentários e considerações. Entregando-o, pois, ao leitor amigo, não temos outro objetivo senão lembrar a fazenda preciosa que se encontra em nossas mãos. A Natureza é o livro de páginas vivas e eternas. Em abrindo a cartilha afetuosa de Casimiro, recordemos Aquele que veio à Terra, começando pela manjedoura; que recebeu pastores e animais como visita primeira; que foi anunciado por uma estrela brilhante; que ensinou sobre as águas, orou sobre os montes, escreveu na terra, transformou a água simples em vinho do júbilo familiar; que aceitou a cooperação de um burrico para receber homenagens do mundo; que meditou num horto, agonizou numa colina pedregosa, partiu em busca do Pai através dos braços de um lenho ríspido e ressuscitou num jardim. Relembremos semelhantes ensinos e recebamos a fazenda do Senhor, não como filho pródigo que lhe desbaratou os bens, mas como filhos previdentes que procuram aprender sempre, enriquecendo-se de tesouros imortais. Emmanuel (Pedro Leopoldo, 20 de maio de 1943)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cartilha da Natureza”, de Francisco Cândido Xavier, publicado pela editora Feb, em 1944 e com 228 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Feb

Páginas: 228

Ano: 1944

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Francisco Candido Xavier conduz o leitor a um universo marcado pelo diálogo entre planos da existência, onde a espiritualidade e a busca pela paz interior são centrais. O ritmo costuma ser contemplativo, com uma prosa que mescla serenidade e simplicidade, favorecendo a reflexão sobre temas como amor, perdão e evolução do espírito. A tensão narrativa é sutil, fundada mais em questionamentos existenciais e no consolo do que em conflitos explícitos. A presença constante de mensagens mediúnicas e cartas espirituais cria uma atmosfera íntima, quase de conversa fraterna, que convida à perseverança no bem e à compreensão das dificuldades humanas. Em alguns livros, há uma leveza que se manifesta em humor discreto, enquanto outros se aprofundam em ensinamentos evangélicos e na interpretação do Novo Testamento, sempre com linguagem acessível e acolhedora. Essa experiência de leitura sugere um convite à renovação interior e ao trabalho espiritual, deixando no leitor a pergunta sobre como aplicar essas lições na vida cotidiana.

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