
Título: Catarina de Médicis
Autor: Leonio Frieda
Sinopse: Catarina de Médicis foi descrita como a “Rainha Negra” e como o “verme do túmulo italiano”, mas a biógrafa Leonie Frieda vem mostrar que a realidade é bem diferente. Órfã na infância, aprisionada na adolescência, herdeira de um apelido poderoso e de uma vasta fortuna, Catarina de Médicis foi criada na corte de Florença e casou com Henrique, duque de Órleães, filho do rei da França. Com 14 anos, sofreu cruelmente pois Henrique amava apenas Diane de Poitiers. Em 1559, quando Henrique, na altura rei da França, morreu num torneio de justas, Catarina foi empurrada para o turbilhão do poder político francês. Com o país devastado por conflitos, a viúva e rainha-mãe tornou-se na personalidade mais importante da França dos 30 anos seguintes. Depois de tentar adoptar a tolerância religiosa, foi forçada a tomar medidas extremas enquanto lutava por manter o legado do seu marido e os direitos reais dos seus filhos. Isto levou ao massacre de São Bartolomeu onde centenas de protestantes franceses foram chacinados. Aliada de Isabel I da Inglaterra, Catarina mostrou ser uma fantástica estratega política e uma conspiradora impiedosa. Apesar de ter sido vista por muitos como uma intrusa sem poder, Catarina governou o país para os seus filhos corruptos, 3 dos quais que se tornaram reis da França. O seu amor obsessivo pelos filhos foi a sua fraqueza fatal e ameaçou tudo o que conseguiu conquistar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Catarina de Médicis”, de Leonio Frieda, publicado pela editora Livraria Civilização Editora, em 2006 e com 512 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livraria Civilização Editora
Páginas: 512
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722624075
ISBN13: 9789722624077
Sobre a editora
Os livros da editora Livraria Civilização Editora costumam mergulhar o leitor em narrativas densas e historicamente detalhadas, muitas vezes ambientadas em períodos marcantes como a Segunda Guerra Mundial ou a turbulenta corte inglesa da Idade Média. A experiência de leitura traz um equilíbrio entre histórias de resistência e drama familiar, com personagens que enfrentam dilemas morais e políticos em contextos de conflito e transformação social. O tom varia entre o tenso e o reflexivo, com tramas que exploram tanto intrigas políticas quanto mistérios envoltos em suspense. O catálogo sugere uma predileção por narrativas que combinam rigor histórico com uma escrita acessível, e que frequentemente apresentam protagonistas em situações-limite, seja em cenários de guerra, espionagem ou crises pessoais.
