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Categorías de lo impolítico

Título: Categorías de lo impolítico

Autor: Roberto Esposito

Sinopse: Fascinante obra de desconstrucción, Categorías de lo impolítico parte de la comprobación de que el léxico tradicional de la política occidental ya no es apropiado para definir los hechos y las cosas de la realidad: las palabras, los conceptos, las categorías con las cuales, hasta ahora, fue pensada esa fundamental actividad humana dejan en los márgenes un lado "impensado" e "inexpresable". Ese obstáculo proviene de una dificultad que inviste la categoría misma de "representación", tanto en el sentido (teológico-político) de la representación-imagen del Bien por el poder, como en el sentido (moderno) de la representación-delegación de la mayoría por una instancia soberana única. De este modo, la perspectiva "impolítica" no es una actitud apolítica ni impolítica, sino antes bien la política considerada desde su frontera exterior, su determinación, en el sentido de que define los "términos": las palabras y los límites. Para Esposito, impolítico es precisamente el espacio que marca la imposibilidad del pensamiento de adherirse completamente a la realidad de la política, imposibilidad radicalmente debida al hecho de que el caos no está sólo en la realidad de la polis sino en el hombre mismo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Categorías de lo impolítico”, de Roberto Esposito, publicado pela editora Katz, em 2006 e com 329 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Katz

Páginas: 329

Ano: 2006

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 9871283148

ISBN13: 9789871283149

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Roberto Esposito revela um pensamento que se movimenta entre a reflexão rigorosa e a inquietação conceitual, onde o ritmo é marcado por uma tensão constante entre o político e o biológico, o individual e o coletivo. A prosa, densa e precisa, convida o leitor a acompanhar uma investigação que desconstrói categorias tradicionais para abrir espaço a novas perguntas sobre comunidade, imunidade e o impolítico. O tom é ao mesmo tempo filosófico e hermenêutico, exigindo atenção para captar as sutilezas das relações entre conceitos e suas implicações práticas. Essa experiência de leitura pode gerar um efeito de imersão em um vocabulário renovado, que desafia o leitor a repensar o sentido do comum e a fronteira entre vida e política.

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