
Título: Catting Around: Kontra's Menagerie [16]
Autor: Charlie Richards
Sinopse: As an orphan, Chip had never really had a home or even much to call his own. After being adopted, he'd hoped he'd found acceptance. Unfortunately, a year later, he shifted into his bobcat for the first time and his new parents had thought him possessed. Forced to run, Chip lived mostly as an animal for decades. Having grown up alone in foster care, it hadn't been much different and he hadn't thought it too bad...until the day he'd been captured and tortured by scientists. Rescued by Kontra and his gang, Chip finally sees the light at the end of the long, lonely tunnel of his life. Scarred, malnourished, and suffering from panic attacks, Chip struggles to get his body and mind back under control. When the gang visits a pride of lion shifters, Chip meets Grimes, who claims they are mates. Can he manage to get past his hang-ups and grab on the happiness Grimes offers him?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Catting Around: Kontra’s Menagerie [16]”, de Charlie Richards, publicado pela editora Extasy Books, em 2014 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Extasy Books
Páginas: 97
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1771117931
ISBN13: 9781771117937
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
