
Título: Cavalo de Outubro
Autor: Colleen McCullough
Sinopse: Tirando eventualmente o momento da crucificação de Cristo, nenhum episódio histórico é tão universalmente familiar e tão frequentemente retratado como o assassinato de Júlio César. O guerreiro está no auge da sua vida e do seu poder quando se inicia o romance. Homem de contradições, Júlio César é feliz no seu casamento e, simultaneamente, amante de Cleópatra, a enigmática e subtil regente egípcia. Ele é, ao mesmo tempo, um general grandioso que comanda a instintiva lealdade da legião romana e um homem que deseja acabar com as intermináveis guerras civis e externas de Roma; um homem não só consciente do seu próprio poder, que despreza seres menores, mas respeitador da república, e determinado a não ser venerado como um deus vivo nem coroado imperador; um homem cuja grandiosidade atrai invejas e ciúmes a um nível perigoso. Com o seu extraordinário conhecimento da história romana, a autora dá vida a Júlio César como ninguém o fez antes, e cerca-o de um enorme e vívido elenco de personagens históricas, retratadas aqui, não como figuras literárias, mas como pessoas reais, que tentam controlar enormes eventos políticos e que procuram também sobreviver.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cavalo de Outubro”, de Colleen McCullough, publicado pela editora Difel, em 2008 e com 848 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Difel
Páginas: 848
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722908944
ISBN13: 9789722908948
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
