
Título: Cavalo de Tróia na Cidade de Deus
Autor: Dietrich von Hildebrand
Sinopse: Destina-se este livro a quantos ainda têm consciência da situação metafísica do homem, a quantos resistiram à lavagem cerebral dos slogans mundanos, àqueles que ainda anseiam por Deus e estão conscientes de uma necessidade de redenção. Destina-se aos que ainda não se tornaram surdos à voz de Cristo, em meio ao barulhente mercadejar de fórmulas baratas e frívolas; àqueles cujas mentes não sofreram o encantamento da pretensa aproximação da idade do homem moderno; aos que não foram colhidos pela confusão da crise da puberdade contemporânea. Este livro procura apelas para todos aqueles em quem se pode achar um sentido de grandeza e profundidade reais; para todos os que ainda são capazes de perceber o abismo que separa um Platão de um Russel, um Shakespeare de um Brecht, um Newman de um Robinson. D. Von Hildebrand. O autor escreveu este livro diante das interpretações errôneas do Concílio Vaticano II.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cavalo de Tróia na Cidade de Deus”, de Dietrich von Hildebrand, publicado pela editora Cultor de Livros, em 1970 e com 268 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultor de Livros
Páginas: 268
Ano: 1970
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Cultor de Livros oferecem uma experiência de leitura marcada por temas espirituais e religiosos, com foco em obras que combinam tradição e reflexão profunda. O catálogo privilegia textos que exploram a vida de santos, práticas devocionais e fundamentos da fé cristã, muitas vezes com linguagem acessível e ilustrações que enriquecem a compreensão. A narrativa tende a ser contemplativa e instrutiva, voltada para leitores interessados em aprofundar a vida interior e a espiritualidade prática, mas também há espaço para biografias e relatos que humanizam figuras religiosas. O tom varia entre o didático e o inspirador, com ritmo que favorece a meditação e o diálogo respeitoso sobre questões existenciais e morais.
