
Título: Chatô, o rei do Brasil
Autor: Fernando Morais
Sinopse: Depois de vender mais de meio milhão de exemplares de seus livros A ilha e Olga, no Brasil e em mais de quinze países, Fernando Morais volta às livrarias com Chatô, o rei do Brasil - a história da vida vertiginosa de um dos brasileiros mais poderosos e controvertidos deste século.Dono de um império de quase cem jornais, revistas, estações de rádio e televisão - os Diários Associados - e fundador do MASP, Assis Chateaubriand, ou apenas Chatô, sempre atuou na política, nos negócios e nas artes como se fosse um cidadão acima do bem e do mal. Mais temido do que amado, sua complexa e muitas vezes divertida trajetória está associada de modo indissolúvel à vida cultural e política do país entre as décadas de 1910 e 1960, magistralmente recriada neste Chatô, o rei do Brasil.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Chatô, o rei do Brasil”, de Fernando Morais, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1994 e com 736 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 736
Ano: 1994
Edição: Second Edition
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571643962
ISBN13: 9788571643963
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,224
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,80
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
