
Título: Che Guevara : Mito, Mídia E Imaginário.
Autor: Juan de Moraes Domingues
Sinopse: “Che Guevara é o maior mito latino-americano da segunda metade do século XX. Enfrentou o ‘sistema’, lutou por uma utopia, chegou ao poder com Fidel Castro, em Cuba, abandonou tudo para continuar sua busca da ‘libertação’ do resto da América Latina e foi executado, ainda jovem, na Bolívia. Um mito é sempre uma hiper-realidade, algo que se torna mais real do que real. A mídia tem um papel na hiper-realidade mítica contemporânea. A foto de Che Guevara morto, com as feições normalmente atribuídas a Jesus Cristo, Che, ‘o Cristo de Vallegrande’, continua correndo o mundo e atualizando o mito como algo mais real do que o real, aquilo que a ‘realidade’, a verdade histórica, não consegue desmanchar nem redimensionar.” Juremir Machado da Silva
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Che Guevara : Mito, Mídia E Imaginário.”, de Juan de Moraes Domingues, publicado pela editora ediPUCRS, em 2010 e com 98 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: ediPUCRS
Páginas: 98
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539700077
ISBN13: 9788539700073
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edipucrs apresentam um perfil que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas que cruzam fronteiras disciplinares. A experiência de leitura varia entre obras que problematizam questões éticas e sociais, como o tratamento moral dos animais, e outras que abordam debates contemporâneos em educação, saúde, história e ciências humanas. O catálogo indica um interesse por textos que dialogam com o leitor atento, seja por meio de reflexões filosóficas, análises históricas ou propostas pedagógicas que valorizam a interdisciplinaridade. Em alguns casos, a linguagem é clara e evita jargões, facilitando o acesso a temas complexos, enquanto em outros o tom pode ser mais denso e detalhado, exigindo maior envolvimento do leitor.
