
Título: Che la festa cominci
Autor: Niccolò Ammaniti
Sinopse: Nel cuore di Roma, il palazzinaro Sasà Chiatti organizza nella sua nuova residenza di Villa Ada una festa che dovrà essere ricordata come il più grande evento mondano nella storia della nostra Repubblica. Tra cuochi bulgari, battitori neri reclutati alla stazione Termini, chirurghi estetici, attricette, calciatori, tigri, elefanti, il grande evento vedrà il noto scrittore Fabrizio Ciba e le Belve di Abaddon, una sgangherata setta satanica di Oriolo Romano, inghiottiti in un'avventura dove eroi e comparse daranno vita a una grandiosa e scatenata commedia umana. La comicità di Ammaniti sa cogliere i vizi e le poche virtù della nostra epoca. E nel sorriso che non abbandona nel corso di tutta la lettura annegano ideali e sentimenti. E soli, alla fine, galleggiano i resti di una civiltà fatua e sfiancata. Incapace di prendere sul serio anche la propria rovina.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Che la festa cominci”, de Niccolò Ammaniti, publicado pela editora Einaudi, em 2009 e com 332 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Einaudi
Páginas: 332
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN: 8806191012
ISBN13: 9788806191016
Sobre a editora
Os livros da editora Einaudi oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre o romance psicológico, o suspense e o ensaio filosófico. O catálogo privilegia personagens complexos, muitas vezes imersos em dilemas morais, conflitos íntimos e contextos históricos ou sociais rigorosamente delineados. A linguagem costuma ser precisa e elaborada, com um ritmo que ora convida à reflexão pausada, ora instiga a tensão crescente, como em histórias policiais ou dramas familiares. Há também uma atenção recorrente à dimensão humana, seja por meio de retratos de relações interpessoais delicadas ou pela exploração de temas como justiça, memória e identidade.
