
Título: Chica Que Manda. Chica Da Silva
Autor: Agripa Vasconcelos
Sinopse: Autor não se limita a contar a vida da famosa Chica da Silva. Partindo do momento histórico em que a mulher de um humilde garimpeiro teria descoberto, no Ribeirão de Macedo, o primeiro diamante do Brasil, o autor retrata, com vigor reservado àqueles que dominam não só o assunto, mas também a língua, os épicos deslocamentos de massas de ambiciosos, ao sabor dos boatos, depois as levas de retirantes expulsos da Demarcação Diamantina, e as inquietações de um período em que até a delação menos fundamentada era motivo suficiente pra que suspeitos fossem encarcerados, sem direito de defesa, e até levados à morte por torturas. Mais que um romance biográfico, Chica que Manda vale por um completo estudo da vida, dos costumes e da política de sua época.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Chica Que Manda. Chica Da Silva”, de Agripa Vasconcelos, publicado pela editora Editora Garnier, em 2010 e com 408 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Garnier
Páginas: 408
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531900336
ISBN13: 9788531900334
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,460
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Garnier convidam o leitor a explorar narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos e sociais marcantes. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos enfrentando dilemas morais, políticos e existenciais, em cenários que vão do sertão brasileiro a distopias futuristas. O catálogo privilegia textos que mesclam uma linguagem cuidadosa com temas que desafiam o pensamento, seja por meio da crítica social, da análise psicológica ou da aventura intelectual. Há uma presença significativa de obras que transitam entre o romance clássico, a crônica histórica e o ensaio literário, oferecendo um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto tenso.
