
Título: China en diez palabras
Autor: Yu Hua
Sinopse: Yu Hua es uno de los escritores chinos más aclamados y, en China en diez palabras, recapitula, mezclando experiencias propias y ajenas, los cincuenta últimos años de la historia de su país. De la Revolución Cultural en la que se crió al coloso del capitalismo en el que vive hoy, Yu Hua no deja de encontrar extrañas similitudes, insólitas pervivencias, entre dos épocas aparentemente muy alejadas. Una serie de palabras clave como «pueblo», «líder» o «revolución» parecen unirlas, e incluso algunas como «imitación» y «enredar», que definen muy bien «la incapacidad de distinguir el bien del mal en la China de hoy», retrotraen sin gran dificultad a los tiempos de los dazibaos y las brigadas rebeldes. Inteligente, sutil, divertidísimo y muy incisivo, este libro es un compendio de anécdotas y reflexiones imprescindible para entender el pasado y el presente de China.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “China en diez palabras”, de Yu Hua, publicado pela editora Alba, em 2013 e com 279 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alba
Páginas: 279
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8484288315
ISBN13: 9788484288312
Sobre a editora
Os livros da editora Alba trazem narrativas que transitam entre o íntimo e o social, muitas vezes explorando conflitos pessoais em contextos históricos ou culturais específicos. A leitura frequentemente envolve personagens enfrentando dilemas morais, crises existenciais ou mudanças profundas em suas vidas, em cenários que vão do interior rural brasileiro a grandes cidades e até a universos imaginativos. O tom pode variar do dramático ao reflexivo, com obras que ora privilegiam o desenvolvimento psicológico dos personagens, ora apresentam relatos que dialogam com realidades sociais e políticas. O catálogo indica uma preferência por histórias densas, que convidam à contemplação e ao questionamento, mesclando elementos literários clássicos com perspectivas contemporâneas.
