
Título: Cibercultura e Formação de Professores
Autor: Maria Teresa de Assunção Freitas
Sinopse: Como os professores encaram a cultura tecnológica da informática e o que ela proporciona? Como esses profissionais se situam e agem diante das novas práticas de leitura e escrita possibilitadas pela cibercultura? De que forma esse fenômeno pode afetar os processos de aprendizagem na escola? Até que ponto os professores se apropriam das contribuições dessas tecnologias para pensar sobre as transformações que podem ocorrer no processo de aprendizagem? Estarão eles preparados para enfrentar essas questões postas pela cultura digital contemporânea? Para elucidar essas e outras questões, Maria Teresa de Assunção Freitas reuniu neste livro textos que fazem uma discussão pertinente sobre as inovações tecnológicas presentes na sociedade atual e suas vinculações com a dinâmica de funcionamento da escola, em termos de relações de trabalho e de práticas pedagógicas.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Cibercultura e Formação de Professores”, de Maria Teresa de Assunção Freitas, publicado pela editora Autêntica, em 2009 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Autêntica
Páginas: 120
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575264176
ISBN13: 9788575264171
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,166
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Autêntica convidam o leitor a percorrer territórios que misturam filosofia, literatura e ciências humanas com uma linguagem que pode ser tanto densa quanto acessível. O catálogo revela um interesse pela reflexão crítica sobre temas como identidade, educação, cultura e política, frequentemente explorados por meio de abordagens que cruzam disciplinas e rompem fronteiras tradicionais. Há obras que propõem uma leitura pausada e contemplativa, enquanto outras adotam um tom mais direto e didático, voltado para públicos acadêmicos e interessados em debates contemporâneos. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza o pensamento profundo e a pluralidade de perspectivas.
