
Título: Cidades a vapor: contos steampunk
Autor: Maurício Coelho
Sinopse: Cidades a vapor traz contos de autores brasileiros para o gênero steampunk. Essas mentes criativas moldaram histórias esfumaçadas de um futuro distópico, revela uma sociedade que luta com dirigíveis e são ofuscadas pelo vapor constante que move as engrenagens do mundo. Viajantes do tempo mudam os fatos para ver tudo se perder entre cápsulas hidráulicas e manômetros histéricos. A ciência completa aquilo que nos falta, mas o espírito humano não se alimenta só de fumaça, mas também de violência e o instinto de sobrevivência também possui seus níveis críticos de pressão. O mundo de hoje pode ser um lugar melhor – a ciência e o vapor nos ensinaram como fazê-lo! Autores: Ana Carolina Nogueira Machado Arandis Fernanda Miranda Fernando Fiorin Gabriel Machado Gabriel Mayer Ian Varela Soares João Oliveira Rafael Danesin Rafael F. Faiani
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cidades a vapor: contos steampunk”, de Maurício Coelho, publicado pela editora Madrepérola, em 2019 e com 126 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Madrepérola
Páginas: 126
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788569839873
Sobre a editora
Os livros da editora Madrepérola revelam um olhar sensível sobre a condição humana, transitando entre a poesia íntima e a ficção especulativa. O catálogo apresenta obras que exploram desde a subjetividade das emoções e relações pessoais até universos distópicos e aventuras fantásticas, com narrativas que ora convidam à reflexão calma, ora aceleram o ritmo com suspense e ação. Essa diversidade sugere uma preferência por textos que dialogam com dilemas contemporâneos, sejam eles existenciais, sociais ou tecnológicos, sempre com uma linguagem acessível e envolvente. O leitor pode esperar uma experiência que oscila entre o lirismo e o pragmatismo, com obras que valorizam a autenticidade da voz e a construção de mundos que desafiam o comum.
