
Título: Cidades. O Substantivo e o Adjetivo
Autor: Jorge Wilheim
Sinopse: Como se explica o fenômeno, crucial em nossos dias, da crescente urbanização e metropolização? Que é QV – Qualidade de Vida – e que fazer para melhorá-la? Quais as alternativas de habitação, na cidade de hoje? Pode alguém ser a favor da poluição? A estas e outras questões procura responder o autor deste livro, destacando, em termos de urbanismo, o que é básico nas Cidades, isto é, o Substantivo, do meramente acessório, o Adjetivo. Fundamenta-se na vivência atualizada de quem, no sucessivo desempenho de funções públicas e no exercício de sua atividade profissional, vem estudando há longos anos, em pesquisas pessoais ou em equipe, os problemas urbanos do Estado de São Paulo, em particular, mas não menos o da urbe no mundo atual. Jorge Wilheim é um especialista em planejamento urbano. Considera a cidade como um organismo dotado de vida, com estruturas complexas e em contínuo processo de transformação. É a partir de uma compreensão dinâmica, ao mesmo tempo abrangente e seletiva, que o planejador empreenderá a "estratégia chamada urbanismo". A variedade de aspectos e a profusão de exemplos são fatores de interesse que não prejudicam a unidade e a sequência lógica. Nesta obra, essencialmente objetiva e funcional, Jorge Wilhem transmite sua experiência com método, mas sem exageros de esquematismo, deixando sempre uma abertura para as contribuições pessoais do leitor.
Contexto da obra
Na Arquitetura, obras como esta costumam reunir interesse visual, técnico e histórico. “Cidades. O Substantivo e o Adjetivo”, de Jorge Wilheim, publicado pela editora Perspectiva, em 2008 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Arquitetura. Por isso, o livro tende a ganhar mais sentido quando o leitor considera também sua dimensão visual e projetual.
Editora: Perspectiva
Páginas: 248
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788527306676
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
