
Título: Cien Anos de Soledad
Autor: Gabriel García Marquez
Sinopse: 1967. En Buenos Aires aparece la novela de un escritor colombiano de cuarenta años. No queda hoy lengua literaria a la que no haya sido traducida. «Cien años de soledad» no sólo cautiva a los lectores de cualquier condición: su impulso poderoso ha levantado las letras castellanas de todo un continente. Desvelar la magia de su prosa, acotar las arenas movedizas de su particular quehacer literario son tareas tan imposibles como dañinas; sí agradecerá el lector, en cambio, la aclaración de ciertasalusiones, la comprobación de la densidad que subyace a un texto aparentemente diáfano. No nos engañemos: son millones las páginas que han engendrado las de la novela, pero ante ella al lector no le queda otra actitud que la misma lectura devoradoraydeslumbrada del último de los Aurelianos. Acabamento: Paperback. Peso: 554g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Cien Anos de Soledad”, de Gabriel García Marquez, publicado pela editora Catedra, em 1987 e com 496 páginas, integra a categoria Latino-Americana. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Catedra
Páginas: 496
Ano: 1987
Edição: 4ª EDICAO
ISBN:
ISBN13: 9788437604947
Sobre a editora
Os livros da editora CATEDRA trazem uma experiência de leitura que mescla o rigor histórico e literário com a reflexão cultural profunda. Seu catálogo inclui desde obras que exploram o passado colonial e a história da América Latina até textos que investigam tradições literárias medievais e clássicos da ficção científica brasileira. O tom das obras varia entre o ensaístico e o narrativo, com uma atenção marcada para conflitos culturais, políticos e sociais, muitas vezes abordados com densidade e complexidade. A diversidade do catálogo sugere uma linha editorial que valoriza tanto a análise crítica quanto a expressão artística, contemplando temas como identidade, memória e poder.
