
Título: Cinco Dias em Março
Autor: Okada Toshiki
Sinopse: Cinco dias em março retrata as atividades cotidianas de alguns casais de jovens japoneses durante um período de cinco dias, abrangendo o dia 21 de março de 2003, quando os EUA começaram a bombardear o Iraque. Ressaltando a vaga inquietação sentida pela sociedade japonesa na estrutura contrastante da guerra em uma terra distante e o "dia a dia" da juventude japonesa. Com um texto que espelha o coloquialismo atual da linguagem dos jovens japoneses, o uso de um discurso que troca de personagens e espaços no meio das falas dos atores, e uma expressividade física que exagera os gestos subconscientes e outros movimentos corporais, este trabalho abalou a estrutura teatral japonesa, que até então se sustentava em seus antigos alicerces, enviando ondas de choque no mundo do teatro contemporâneo do Japão.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cinco Dias em Março”, de Okada Toshiki, publicado pela editora N-1 edições, em 2018 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: N-1 edições
Páginas: 72
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8566943716
ISBN13: 9788566943719
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.
